Ações de prevenção ao Aedes aegypti

A Prefeitura do Campus USP da Capital, em parceria com a Supervisão de Vigilância em Saúde do Butantã (SUVIS) e a empresa BR3 Biotecnologia (para mais informações sobre a parceria clique aqui), vem realizando o monitoramento e o controle do mosquito Aedes aegypti, com a utilização de larvicida nas áreas comuns do campus (fonte luminosa, espelhos d’água e obras), além de vistorias técnicas às unidades com o intuito de orientar os servidores e realizar busca ativa por criadouros do mosquito.

Devido às temperaturas elevadas e o nível de chuvas aumentado, estamos vivenciando um período crítico quanto à proliferação do Aedes aegypti e transmissão dos vírus da dengue, chikungunya e zika. Nesse sentido, é responsabilidade de todos a manutenção de um ambiente limpo com cuidados simples que podem impedir o acúmulo de água.

Diante do acima exposto e com base nas vistorias já realizadas, sugerimos a seguir algumas ações para auxiliar no combate ao Aedes aegypti:

• Calhas e lajes devem ser limpas e suas saídas de água devem estar desobstruídas;
• Recipientes para o armazenamento de água (caixas d’água/reservatórios) devem ser mantidos fechados com tampas íntegras sem rachaduras, ou cobertas com tela tipo mosquiteiro;
• Lagos artificiais/espelhos d’água que não possuem um sistema adequado de movimentação da água devem ser tratados com cloro;
• Galões, tonéis, latões, latas, baldes, potes e outros frascos/embalagens vazios devem ser vedados, armazenados em local coberto, guardados com a boca para baixo ou, se não estiverem em uso, devem ser destinados ao lixo;
• Pratos de vasos de plantas devem ser preenchidos com areia ou lavados semanalmente;
• As reentrâncias das plantas que acumulam água, como bromélias e espadas de São Jorge, devem ser preenchidas com areia, serragem ou pó de café;
• Entulhos ou sobras de obras devem ser acondicionados em locais cobertos ou destinados ao lixo ou “Operação Cata-Bagulho”;
• Lonas usadas para cobrir objetos ou entulho devem estar bem esticadas para evitar a formação de poças d’água;
• Na impossibilidade de eliminação da superfície que armazena água, recomenda-se fazer a remoção da água acumulada semanalmente;

Dúvidas e pedidos de esclarecimentos poderão ser encaminhados à bióloga Daniella Vilela ou ao técnico Michel Rodrigues, do Serviço Técnico de Saúde Ambiental da PUSP-C, pelo ramal 3091-4471.

Publicado em 03/02/2016